TOP 3: Livros nacionais no Kindle Unlimited #41

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Conheça meu novo amor. ❤

Como já mencionei por aqui, ganhei um Kindle de presente de aniversário adiantado. Ainda quero usar mais um pouquinho antes de fazer uma resenha específica, mas já descobri um dos maiores (e melhores) diferenciais dele: o Kindle Unlimited, conhecido como a Netflix de livros da Amazon.

Basicamente é um serviço de streaming como tantos outros que vemos por aí, que nos permite ter acesso a um número gigantesco de e-books por meio do pagamento de R$ 19,90 mensais. É a assinatura mais barata de todas? Com certeza não. Mas se você der uma olhada no valor dos e-books, acaba valendo bastante a pena.

Além de toda a facilidade que a plataforma traz, existe outra característica que fez com que eu me apaixonasse. Por meio dela, muitos autores independentes (inclusive brasileiros) acabam publicando seus livros. Ou seja, tem livro que sequer existe de forma física.

Assim, por um valor até mais ou menos, consigo conhecer um monte de escritores que eu dificilmente conheceria de outra forma. Para ilustrar quão maravilhoso isso é, resolvi falar sobre três livros que li recentemente e que provam meu ponto. Por coincidência, todos outra coisa em comum: a presença de personagens LGBT.

Então temos um combo: livros por um preço barato + valorizar autores nacionais + representatividade. O que mais você pode querer?

P.S.: Dá pra ler todos esses livros mesmo se você não tiver o Kindle Unlimited porque estão a venda na loja da Amazon.

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6 razões para ler “Quinze Dias”, do Vitor Martins #40

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Promessa feita é promessa cumprida. Como mencionei no post de Atualização Mensal, Quinze Dias foi um livro tão especial que eu precisava de uma postagem inteirinha para falar sobre ele. Pensei em fazer uma resenha, em separar umas citações maravilhosas, em contar sobre como esses personagens me tocaram de uma forma única, mas decidi que era tanto amor que nada melhor que uma lista para deixar isso bem detalhado.

Para te familiarizar com a história, vamos por partes: o Vitor Martins é um booktuber maravilhoso que tem um canal que você precisa conhecer agora. Entre todas as coisas sensacionais que faz (como desenhar lindamente), ele arranjou tempo para escrever esse livro sobre o Felipe, um garoto adolescente e gordo que tem muitas questões em relação ao seu corpo e que não está nem um pouco preparado para passar parte das férias dividindo o quarto com seu vizinho (e crush eterno) Caio.

Preciso de algo mais para te convencer? Senta que lá vem história.

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A maior feminista revoltada que você respeita #39

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Durante boa parte da minha adolescência, eu abracei o título de feminista revoltada. Eu era a pessoa que brigava com todo mundo e que se sentia na obrigação de apontar o dedo para cada ato, fala ou pensamento sexista que aparecia por aí. Que tipo de pessoa eu seria se deixasse esse machismo passar? Eu seria só mais uma no meio deles, mais uma arma do patriarcado.

Alguns anos se passaram e eu ainda brigo por causa disso. Bastante. A única diferença é que eu sei em que tipo de discussão vale a pena entrar. De vez em quando, eu me dou o direito de aumentar o volume do fone de ouvido e ignorar os comentários alheios. Me permito respirar fundo e focar em outra coisa, fingindo que a pessoa que falou uma bobagem daquele tamanho não está ali.

Isso não foi uma coisa planejada. Não foi uma resposta aos esforços da minha mãe para que eu não me envolvesse em tanta confusão. Foi só algo que aconteceu naturalmente. Agora eu sei quando vale a pena fazer um textão e quando é muito melhor desfazer amizade ou, simplesmente, continuar rolando a página.

Por muito tempo, afirmei que os deboístas eram só cúmplices nesse processo todo de opressão que fingiam não estar vendo as coisas só para ficarem alheios aos acontecimentos. Hoje, entendo que não perco nenhuma estrelinha na minha carteira de ativista por entender que existem pessoas que não estão dispostas a dialogar e que só querem mais argumentos para atacar os movimentos sociais.

Não sou da política de atingir igualdade com apresentação em PowerPoint, mas gosto de lembrar a mim mesma que não sou obrigada. Eu vou continuar gritando, brigando e reclamando tantas vezes quanto eu achar necessário, mas vou me permitir dar um passo para trás e lembrar que me manter sã também é importante.

Como uma cena de Dear White People aponta maravilhosamente: As vezes, ficar de boas também é um ato revolucionário.

Should I stay or should I go? #38

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Eu gosto de rotinas. Posso dizer que não e inventar uma desculpa para fazer parecer que gosto de viver cada dia intensamente e que aposto na imprevisibilidade de olhos fechados, mas seria tudo uma balela. Gosto muito mais de planejar o que vai acontecer no próximo dia, próxima semana, próximo ano.Gosto de ter tudo bem definido e me sinto muito ameaçada com a falta de estabilidade. Sou aquele personagem caricato dos filmes que sempre fica com um pé atrás antes de todas as cenas realmente significativas da narrativa.

É por essas e outras que uma das minhas metas desse ano foi “dizer sim”. Pura e simplesmente, como no título do livro da Shonda Rhimes. Dizer sim para tudo que me apavora e que torna o chão abaixo dos meus pés em um monte de areia movediça. Ok, isso foi meio brega, mas é mais ou menos essa a vibe: aceitar o assustador, o imprevisível, o diferente.

Depois de quase dez meses, preciso dizer que nem sempre é fácil. Aliás, dizer não também é uma virtude. É importante entender quando vale a pena estabelecer raízes e apostar no conhecido, no confortável. É difícil chegar em um equilíbrio, mas acredito que esse é o tipo de coisa pela qual devemos buscar. Entender quando ir e quando é melhor dar meia volta.

Dizendo sim fui capaz de ir a shows que me renderam experiências únicas, de viajar sozinha e de escrever um artigo no prazo mais apertado de todos. Dizendo sim aceitei esse projeto meio torto de postar todos os dias. Só três letrinhas e eu já estava em um caminho meio diferente e esquisito.

Dizendo não aprendi quem devo manter ao meu lado e entendi que o ego as vezes é uma armadilha meio traiçoeira. Dizendo não economizei dinheiro e fiquei em casa em noites chuvosas, sem nenhum arrependimento. Só três letrinhas e eu já estava colocando minha saúde mental na frente das outras coisas.

Em um monte de livros de auto-ajuda, é possível encontrar mil dicas de “quebre a rotina”, “abandone a estabilidade”, mas, na real, acho que é uma questão bem mais complexa que isso. O que vale mais é estabelecer a sua própria rotina e descobrir o que cabe ou não nela. É abraçar as oportunidades de mudança, mas se conhecer o suficiente para saber quais serão verdadeiramente positivas.

Não importa o que você faça. Eventualmente, você vai quebrar a cara.  Indo ou ficando. Dizendo sim ou não. Esqueça as regras. A vida real ainda é a coisa mais imprevisível que existe.

 

Atualização Mensal: Os filmes de Agosto #37

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A segunda parte da Atualização Mensal de Agosto chegou!! Assim como com os livros, dei sorte de assistir algumas coisas bastante interessantes esse mês. Apesar de não ter sido em graaande quantidade, foi quando eu finalmente atingi a meta que eu tinha estabelecido lá no comecinho do ano de assistir 50 filmes.

Além do mais, um grande ponto positivo: Todos eles estão na Netflix, então já dá pra correr daqui direto pra assistir. O único filme que vai ficar de fora é o ‘Onde está Segunda?’, que já ganhou um post inteirinho pra eu demonstrar meu amor.

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Atualização Mensal: As leituras de Agosto #36

atualização mensal de agosto

Um desenho fofinho pra me redimir pelo sumiço. Não, eu não sei desenhar mãos.

Acredito que nós podemos simplesmente fingir que não sumi nas últimas semanas e seguir em frente, né? Ótimo.

Agosto foi um mês maravilhoso no quesito de leituras. Além de ter cumprido a minha meta de cinco leituras mensais, li um monte de coisa diferente e maravilhosa. Para você ter noção, alguns dos livros que conheci esse mês já entraram para a lista de melhores do ano, então, mesmo já estando quase na metade de Setembro, eu não poderia deixar de fazer esse post.

Vou deixar apenas três livros de fora hoje: Três coroas negras e O ódio que você semeia (que já foram resenhados aqui) e Quinze dias (que amei tanto que farei uma postagem só pra falar dele).

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Como ser mais produtivo #35

trabalhando

No começo do ano, lancei o projeto #2017produtivo lá no meu (falecido) canal do YouTube. O objetivo era tornar este ano diferente e facilitar a missão de cumprir a famigerada lista de metas. Como já estamos nos últimos quatro meses de 2017, achei que era um bom momento para lembrar que ainda dá tempo de correr atrás disso e compartilhar algumas dicas que me ajudam a aumentar minha produtividade.

Como sempre, quero deixar claro: não é nada estrambólico, nem milagroso. A graça de tudo é fazer mais com menos e garantir que você ainda mantenha a sanidade mental, que é bastante importante.

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