TOP 3: Séries que mereciam mais reconhecimento #27

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Esse é um post especial. Como vocês já puderam perceber, o TOP 3 virou uma categoria fixa da sexta-feira e a edição desta semana é dedicada aos diferentões, os barrocos, os descobridores do Brasil. Com o objetivo de levar amor (e séries fantásticas) para o seu singelo coração, resolvi falar sobre uns seriados que, apesar de maravilhosos, não são muito populares.

Os três são de gêneros bem diferentes e abordam temáticas distintas, mas têm duas coisas em comum: são incríveis e merecem mais reconhecimento.

Hit & Miss

hit & missO que falar desse seriado que é muitíssimo curto, mas é envolvente pacas? São só seis episódios, mas eles são repletíssimos de amor. A trama acompanha a Mia, uma mulher trans que, casualmente, é assassina de aluguel. Algo bem leve. Como se já não fosse suficiente, ela descobre que tem um filho com a ex-namorada, que morreu de câncer.

Então, é basicamente isso: ela mata as pessoas e junta um dinheiro pra sustentar o filho e ver se consegue fazer a cirurgia de redesignação sexual. A série é independente e trata de uns temas muito importantes (como dá pra perceber só pelo enredo), de uma forma crítica, mas bem natural.

As atuações são incríveis, o roteiro é todo bem encaixado, bem finalizado, cheio de subtramas e desenvolvimento, é tudo lindo e incrível. Ela tem só uma temporada, mas consegue entregar uma história envolvente e muito rica em questões sociais.

In Treatment

in treatmentDurante um bom tempo, esse seriado foi o meu favorito da vida. Ele é o mais popular da lista, mas, mesmo assim, acho que não é tão aclamado quanto deveria. A série gira em torno dos pacientes do psicólogo Paul Weston. Apesar de cada episódio representar um dia da semana, ela não é procedural*: São cinco pacientes (um para cada dia da semana), cujas sessões vão sendo alternadas ao longo da temporada.

Como não poderia deixar de ser, é tudo muito bem construído, com personagens complexos e ricos de detalhes. É incrível como esse seriado consegue construir a personalidade dessas figuras e despertar todo um envolvimento emocional.

Eu sou uma amante declarada da Psicologia, mas juro que, apesar de trazer muitas informações super importantes, a série funciona mesmo para quem não é fã da área. Recomendo infinitamente ❤

Féminine/féminine

feminin - femininFiquei sabendo da existência desse seriado por meio de uma daquelas cenas que viralizam no Twitter, mas só anos depois fui realmente procurar assistir e juro: valeu muito a pena. A série é francesa e segue um estilinho de falso documentário, ou seja: as cenas da história em si são intercaladas com depoimentos das personagens.

A melhor definição que eu posso oferecer é que é um How I Met Your Mother com mulheres lésbicas: um grupo de amigas e a relação que elas têm com temas relacionados ao amor, relacionamentos, traição e, claro, como é ser uma mulher lésbica em pleno século XXI.

Ele é incrivelmente atual e mistura um humor muito rico com uma delicadeza de roteiro é marcante. O estilo de falso documentário acaba se tornando, inclusive, uma ferramenta para a construção das personagens, capaz de garantir que é impossível você não se apaixonar.

*Aquelas séries que tem um caso da semana, sabe? Como CSI ou Criminal Minds.

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