Lev: O leitor de e-books da Saraiva #32

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Acredito que essa é a melhor ocasião possível para tirar esse post da área de rascunhos, onde ele estava aguardando há mais de um ano. Desde que o escrevi, comecei a usar uma nova versão do Lev e ganhei um Kindle (que deve chegar na próxima semana). Então, que hora melhor para falarmos sobre isso?

Vocês provavelmente já sabem que, apesar de eu amar o cheirinho de livros, a visão de uma estante cheia e todas as texturas lindas que envolvem a leitura de um livro físico, sou completamente adepta dos exemplares virtuais. São mais baratos, mais leves, mais práticos e tem o que realmente importa: o conteúdo tal qual o escritor publicou.

Por isso, no começo de 2015, eu estava decidida a comprar meu primeiro leitor de e-books. Minha opção inicial era o Kobo, mas acabei com o Lev em mãos e me apaixonei bem mais do que imaginaria. Quem já deu uma pesquisada sobre isso, sabe que o leitor da Saraiva quase não é falado. Apesar disso, foi uma experiência maravilhosa.

O primeiro Lev que tive foi o sem luz, mas, no meu aniversário do ano passado, ganhei a outra versão do meu querido namorado. Por isso, me considero quase uma especialista no assunto. É claro que os que eu tive não foram dessa nova versão, que lançou a pouco tempo. No entanto, acredito que dá pra ter uma boa noção de como o leitor funciona.

Uma das minhas coisas favoritas no Lev é a infinidade de formatos que ele suporta. Diferente do Kindle, que tem um formato próprio e não aceita muitas opções diferentes dessa, o modelo da Sariva lê ePUB, PDF e mais um monte de coisas. Além disso, possui um recurso maravilhoso:  o PDF Reflow.

A ferramenta tem o objetivo de ajustar os livros que são em PDF na tela. Quem lê nesse formato provavelmente já percebeu que ele tem uma configuração padrão que é pouco cômoda na hora da leitura, mas essa dificuldade é solucionada por esse sistema. É uma mudança perfeita que o torna um ePUB? Não. Mas a diferença é notável e aprimora muito a leitura.

Outra coisa que eu acho muito interessante é a possibilidade de criar coleções. Você pode ir fazendo listas pra separar os exemplares da forma que bem entender: por idioma, por gênero, por gosto ou qualquer outro aspecto. Funciona muito pra quem gosta de listar o que vai ler no mês (ou para os fãs de maratonas literárias) porque fica bem mais fácil de ir acompanhando o progresso.

Como nada é perfeito, ele é um pouco lento e complicado na hora de fazer marcações e anotações e acaba dando erro durante o processo, mas nada que seja um defeito gigantesco. Depois de umas tentativas, você acaba pegando o jeito e consegue usar essas funções mais facilmente. Além do mais, essa dificuldade acaba sendo amenizada na versão com luz e deve ser ainda mais sutil nos novos aparelhos.

Ok, se eu acho tudo isso, por que resolvi mudar para o Kindle? A minha maior questão é uma só: a loja. Vira e mexe a Amazon faz promoções incríveis em que os e-books saem pela metade do preço. Fora isso, eles tem uma espécie de Netflix de livros, em que você paga um valor fixo por mês e tem acesso a um acervo enorme de exemplares. Na Saraiva, a maioria dos livros digitais têm quase o mesmo preço das versões físicas.

Ainda estou esperando o Kindle chegar para fazer uma comparação mais profunda, mas já posso afirmar os defeitos do Lev são mínimos diante das maravilhosas funcionalidades e que ele me ajudou bastante a aumentar meu ritmo de leitura. Além disso, o preço é mais barato, então vale a pena dar uma olhada antes. Indico com todo amor. ❤

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