Atualização Mensal: As leituras de Agosto #36

atualização mensal de agosto

Um desenho fofinho pra me redimir pelo sumiço. Não, eu não sei desenhar mãos.

Acredito que nós podemos simplesmente fingir que não sumi nas últimas semanas e seguir em frente, né? Ótimo.

Agosto foi um mês maravilhoso no quesito de leituras. Além de ter cumprido a minha meta de cinco leituras mensais, li um monte de coisa diferente e maravilhosa. Para você ter noção, alguns dos livros que conheci esse mês já entraram para a lista de melhores do ano, então, mesmo já estando quase na metade de Setembro, eu não poderia deixar de fazer esse post.

Vou deixar apenas três livros de fora hoje: Três coroas negras e O ódio que você semeia (que já foram resenhados aqui) e Quinze dias (que amei tanto que farei uma postagem só pra falar dele).

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Como ser mais produtivo #35

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No começo do ano, lancei o projeto #2017produtivo lá no meu (falecido) canal do YouTube. O objetivo era tornar este ano diferente e facilitar a missão de cumprir a famigerada lista de metas. Como já estamos nos últimos quatro meses de 2017, achei que era um bom momento para lembrar que ainda dá tempo de correr atrás disso e compartilhar algumas dicas que me ajudam a aumentar minha produtividade.

Como sempre, quero deixar claro: não é nada estrambólico, nem milagroso. A graça de tudo é fazer mais com menos e garantir que você ainda mantenha a sanidade mental, que é bastante importante.

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TOP 3: Ilustradoras brasileiras maravilhosas #34

Um dos meus hobbies favoritos é conhecer mulheres maravilhosas para admirar. Fico horas naquelas páginas de artistas femininas e amo enaltecer o talento dessas meninas inspiradoras. Por isso, nada mais justo que trazer algumas dessas moças talentosíssimas para abrilhantar um TOP 3 nesse bloguinho.

Escolher só três delas foi praticamente uma missão impossível. Por isso, dei prioridade às ilustradoras que acredito que, além de terem um traço único, não são tão conhecidas. Aliás, nem preciso descrever muita coisa porque a arte delas já fala por mim. ❤

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Resenha de Quinta: O ódio que você semeia, da Angie Thomas #33

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Basicamente todo mundo que leu ‘O ódio que você semeia’ estava garantindo que era o melhor livro do ano. Não foram duas ou três pessoas, foram quase todos os booktubes que acompanho e as pessoas que sigo no Good Reads. Um título tão forte quanto esse não é pra qualquer um e fazer esse sucesso com um monte de gente que tem gostos literários diferentes também não. Por isso, fiquei surtada para ler esse livro. Não aguento ver o buzz e não ir atrás para entender de onde surgiu.

Juro que cheguei até a ficar um pouco temerosa. Vai que ele não fosse tudo isso e todas essas resenhas e opiniões super positivas fossem só gerar uma decepção enorme? Nunca se sabe. A internet as vezes surta por uma coisa e nem sempre é fácil entender qual a graça daquilo. Mas não foi isso que aconteceu com esse livro. Felizmente, posso me juntar ao coro e dizer que essa foi a minha melhor leitura de 2017.

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Lev: O leitor de e-books da Saraiva #32

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Acredito que essa é a melhor ocasião possível para tirar esse post da área de rascunhos, onde ele estava aguardando há mais de um ano. Desde que o escrevi, comecei a usar uma nova versão do Lev e ganhei um Kindle (que deve chegar na próxima semana). Então, que hora melhor para falarmos sobre isso?

Vocês provavelmente já sabem que, apesar de eu amar o cheirinho de livros, a visão de uma estante cheia e todas as texturas lindas que envolvem a leitura de um livro físico, sou completamente adepta dos exemplares virtuais. São mais baratos, mais leves, mais práticos e tem o que realmente importa: o conteúdo tal qual o escritor publicou.

Por isso, no começo de 2015, eu estava decidida a comprar meu primeiro leitor de e-books. Minha opção inicial era o Kobo, mas acabei com o Lev em mãos e me apaixonei bem mais do que imaginaria. Quem já deu uma pesquisada sobre isso, sabe que o leitor da Saraiva quase não é falado. Apesar disso, foi uma experiência maravilhosa.

O primeiro Lev que tive foi o sem luz, mas, no meu aniversário do ano passado, ganhei a outra versão do meu querido namorado. Por isso, me considero quase uma especialista no assunto. É claro que os que eu tive não foram dessa nova versão, que lançou a pouco tempo. No entanto, acredito que dá pra ter uma boa noção de como o leitor funciona.

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Não se compare #31

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Não se compare. A primeira vista, isso pode parecer algo inofensivo, uma forma de reconhecer os pontos da sua vida que precisam de aprimoramento, mas é só uma grande jornada de autodepreciação. Como diria a Bela Gil, você pode substituir o ato de se comparar por enaltecer as qualidades alheias e buscar desenvolve-las, por exemplo. É bem mais prático, bem mais eficiente e, mais importante de tudo, bem menos destrutivo.

Comparar-se aos outros é, frequentemente, deduzir que você nunca chegará lá. Eles são mais inteligentes, mais preparados, mais esforçados. Você nunca terá tanta determinação, tanta coragem, tanta sorte. É mais fácil pra eles porque eles têm um amigo que faz não sei o que e um parente que faz não sei que lá. Pode até ser, mas em que isso te ajuda?

Uma das armadilhas da comparação é o fato de que a gente não faz ideia do que está por trás do que vemos. É fácil demais enlouquecer se comparando às vidas perfeitas que passam pelo seu feed. Todo mundo é bonito, todo mundo é feliz, todo mundo está vivendo um sonho. Mas você sabe que nem tudo é verdade, não sabe? Sabe que aquilo é só um recorte da realidade, combinado a um bom ângulo de foto e um filtro bem escolhido, né? Como você pode se comparar de modo justo se nem sabe toda a verdade?

Imagine o tempo que poderia ser investido em buscar suas qualidades e identificar o que precisa ser melhorado sem se medir por olhos alheios. Você é o que você tem. E se não fizer o melhor com isso, será um desperdício.

Arquivo S: Onde está Segunda? #30

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Onde está Segunda? é o filme novo da Netflix (estreou semana passada) e, bicho, ele é muito Black Mirror! Sabe aqueles filmes que te deixam sem ar o tempo todo e que te impedem até de piscar pelo medo de perder algo? É disso que estamos falando aqui. Com um plot muito interessante e uma atriz que pode ser a nova Tatiana Maslany, o diretor Tommy Wirkola criou uma coisa maravilhosa.

Acho que vale a pena destacar que o Wirkola não tem um histórico muito bom. Se eu soubesse que esse filme era dirigido pela mesma pessoa que dirigiu João e Maria: Caçadores de Bruxa, eu dificilmente teria dado uma chance, mas estou aqui com a missão de dizer que sim, vale muito a pena apostar nele!

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