Sobre

quem sou eu.png Meu nome é Stephanie e tenho 18 anos. Moro no interior de Pernambuco, faço faculdade de jornalismo e sou a pior pessoa do mundo com apresentações. Mais do que qualquer aspirante à jornalista e/ou escritora deveria ser. Descobri o feminismo no comecinho de 2013 e desde lá minha mente virou ao avesso, quase que literalmente. Sou apaixonada pelo movimento e sugiro que você não me dê corda para falar sobre ele, ou nunca mais vou parar.
Acredito que a Netflix seja uma das melhores invenções modernas. Me apego a personagens fictícios com uma rapidez fora do normal, então é comum me ver chorando, gritando e xingando telas de computadores ou livros. Tenho um problema seríssimo com quem prefere Oreo a Negresco. Sou incrivelmente chorona: choro de raiva, de alegria, de estresse. Tudo é motivo pra que eu derrame lágrimas.
Vivo rabiscando uns desenhos mal feitos porque, apesar de gostar da atividade, não tenho muita habilidade. Já comecei a escrever um monte de livros que se perderam no universo de arquivos do Word e morro de vergonha de que leiam o que escrevo. Invejo muito quem tem habilidade de contar a vida toda no Facebook porque só para publicar uma reclamação (normalmente direcionada ao patriarcado porque sou dessas) é um parto.
Sou mais preocupada com a opinião alheia do que aparento e dizer “não” para alguém funciona quase como uma prova de amor e de confiança. Gasto mais dinheiro do que deveria – e do que poderia – com bonequinhos da Disney. As três versões de bonecas da Úrsula que tenho no meu quarto são prova disso.
Tenho um gosto musical e cinematográfico muito eclético. Sério. Posso ouvir MPB, funk e música eletrônica num intervalo de minutos, assim como posso assistir um filme francês e um nonsense americano na mesma noite e amar ambos. Odeio comida japonesa ou que misturem algo doce com salgado.
Gente que se acha boa demais pra consumir produção artística periférica me dá sono. Preconceito me irrita. O patriarcado me frustra. Meu mantra é “vou reclamar no Twitter” e faço isso com basicamente tudo. Sou boba com casais e tenho um monte de fanarts no meu celular dos meus favoritos.
Morro de vontade de ir na Dinamarca e de morar um pouquinho na Itália. Acho que ficar sem falar com alguém exige dedicação demais e nunca estou disposta a me dedicar tanto. Já tive o costume idiota de odiar o Brasil, mas agora me apaixono mais à cada segundo por essa cultura maravilhosa. Sou tagarela. Escrevo umas bobagens de vez em quando e fecho os olhos antes de apertar o botão pra publicar na internet. Bem vindo!

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